TUNA ACADÉMICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

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Divulgação de eventos da TAUC

Altino Moreira Cardoso, natural da Régua, foi elemento da TUNA ACADÉMICA DE UNIVERSIDADE DE COIMBRA entre 1964 e 1972. Tocou violino (Tuna-orquestra e Orquestra de Tangos) e bândola e bandoloncelo no Ensemble de Plectro Carlos Seixas.

Ver alguns pormenores biográficos com a TAUC (por ex. viagens e concertos em muitos países do Mundo) no capítulo deste site: amadora-sintra-editora/contextos/

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https://www.facebook.com/groups/1888tauc

 

 

 


EFE ERRE Á !......
Grito Académico:

Uma viagem da Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1964-1972)

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Divulgação de eventos da TAUC

Em 2014 e 2015, o tauquiano dos anos 60, Altino Moreira Cardoso, deu à luz dois livros (de aproximadamente 200 páginas cada, bem recheadas de informação) inteiramente dedicados à sua “velhinha” e querida TAUC:

– «1970, um ano de ouro da TAUC» regista a actividade e as conquistas da Orquestra/Ensemble de Plectro Carlos Seixas e faz justa homenagem ao maestro Tobias Cardoso e a todos os tauquianos que tiveram a felicidade de integrar esse grupo (2014, tiragem: 300 exemplares)

 

– «1956, um ano de ouro da TAUC» é dedicado à épica digressão da TAUC que ficou conhecida como «O périplo de África». O autor reuniu e organizou um vasto conjunto de informações que inclui, entre muitas coisas, textos memorialistas (como, por ex., do maestro Alves Ferreira) e o grande diário de viagem de um bandolinista afinadinho, o José Paulo dos Santos Soares.

A tenacidade do presidente da Direcção de 1956, Polybio Serra e Silva, é enaltecida e homenageada, bem como o espírito dos antigos tunos e os seus contributos para ajudar a organizar uma digressão daquela dimensão, etc (2015, tiragem: 200 exemplares).

Altino Cardoso soube congregar e catalisar os trabalhos — de investigação, de arquivística e de digitalização — feitos por outros tauquianos, já na era digital (como José Paulo dos Santos Soares, António Nascimento, José Nascimento, etc), e com a sua experiência, o seu saber, o seu cunho pessoal e a sua incrível capacidade de trabalho (aquela que não deixa para amanhã o que pode fazer hoje) produziu estes dois livros dedicados à TAUC, que ficam como marcos da actividade da TAUC, como síntese do amor a este organismo académico de Coimbra e como inspiração para futuros trabalhos.

Tudo o que se possa dizer em relação ao amor e dedicação, por parte de Altino Cardoso, à sua velhinha TAUC, é e será sempre pouquinho.

Ele já faz parte daquele grupo de alegres trabalhadores e sofredores que serão, para sempre, tauquianos ou, se preferirem, serão tunos ad aeternum, porque se guindaram — por amor à TAUC e por mérito próprio — a esse grupo afectivo de ilustres.

Não é, em rigor filosófico, a grata (ou ingrata) TAUC que classifica e atribui o diploma de «tuno ad aeternum»… cada um dos “sofredores” é que se eleva à “categoria”.

Hoje, vivendo a era digital das inteligências artificiais, a memória académica das actuais e das futuras fornadas de tauquianos tem de continuar a ser alimentada.

Os livros têm de continuar a ser produzidos, em papel e em formato electrónico, e a lide afanosa tem de continuar.

Obrigado, grande Altino, pelos teus preciosos contributos e pelo teu tão grande bem-querer, que te eleva ao convívio com os nossos tunos ad aeternum.

  1. Caetano, 19 de Outubro de 2024

Ei-los! Dois belos livros, onde reuniste tanta informação pertinente e onde recordas, e homenageias, tanta gente que passou pela TAUC.

É um tipo de cultura necessária: REGISTAR! Registar em livro para que fique a Memória e o reconhecimento a tanta gente que aqui aplicou os seus talentos e inteligências, e que aqui investiu tempo das suas existências. Registar para que os vindouros saibam que nunca estarão “sozinhos” nesse trabalho que suporta e eleva a TAUC.

1970: um ano de ouro da Tuna Académica da Universidade de Coimbra: Ensemble Carlos Seixas nos EUA e no Japão – Altino Moreira Cardoso. Mem Martins, Edição de autor, 2014. Editado no âmbito dos 125 anos da Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888-2013) SIBUC.

 

1956: um ano de ouro da Tuna Académica da Universidade de Coimbra: O périplo de África – Altino Moreira Cardoso. Mem Martins, Edição de autor, 2015. Editado no âmbito dos 125 anos da Tuna Académica da Universidade de Coimbra (1888-2013).

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SOBRE A ACADEMIA DE COIMBRA

Outro livro de Altino M Cardoso
sobre as vivências de Coimbra:

CANTARES DOS ESTUDANTES DE COIMBRA

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SOBRE AS VARIEDADES DA TUNA:

Os espectáculos da TAUC envolviam quatro momentos:

A – Actuação da ORQUESTRA – com músicas de epertório escolhido (ou com arranjos) do Maestro

B – VARIEDADES – com divertimentos vários de iniciativa dos tunos;

C – ORQUESTRA DE TANGOS – sem intervençã do maestro, com os instrumentos usuais e um cantor,

D – SERENATA DE COIMBRA – com guitarra de Coimbra e (geralmente) dois cantores solistas.

Estas VARIEDADES eram orgnizadas ad libitum, sem linhas-mestras de texto/palco bem definidas.

Ora bem:

Em 1965, a grandiosa sala do COLISEU DOS RECREIOS (Lisboa) foi pequena para o estrondoso sucesso das BARCAS DA TUNA ACADÉMICA DE COIMBRA – uma saborosíssima rábula do AUTO DA BARCA DO INFERNO de Gil Vicente.

O texto, já esquecido e de autor completamente incógnito, foi recuperado, de memória, 40 anos depois (em Junho de 2009), pelo saudoso Carlos Lopes, recentemente falecido, cuja etrega à Música e à TUNA quero hoje honrar, publicando a peça, mas juntando ao livro outras memórias da vida da TUNA, com relevo na vitória do ENSEMBLE DE PLECTRO CARLOS SEIXAS em Neerpelt (1967) no FESTIVAL DE MÚSICA JOVEM dese ano. Vencemos com felicitações especiais do juri e com uma medalha de consagração  musical do próprio Ministro belga da Cultura.

Um tão alto glardão internacional permitiu-nos percorrer distâncias e receber reconhecimento a um nível elevadíssimo.

Nunca é de mais recordar e reviver com Saudade tantas horas de bênção espiritual como as que, na TAUC, a Música, o Companheirismo e o Conhecimento da Vida e do Mundo. Sobretudo quando nesta hora, já cessaram tantas Vidas de tantos companheiros desse tempo de Juventude e Esperança!

Estão aí os alicerces de mais este livro sobre a TUNA ACADÉMICA DE COIMBRA – “a nossa querida Velhota”, já supecentenária, mas sempre mortinha por uns bons acordes!

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TUNA ACADÉMICA DE COIMBRA 135 Anos

CANÇÕES Antigas do Zeca

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