LEONARDUS_Canções Históricas

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EXEMPLOS DE CANÇÕES

 

TEMAS HISTÓRICOS

 

Viriato e Sertório (Leonardus…, 31) [M-L-Harm – Altino M.Cardoso]

Viriato e Sertório
Sentinelas lusitanos
Comandam o povo
Contra os seus tiranos.

Viriato e Sertório
Fazem frente aos invasores,
Que eram os Romanos,
Os Conquistadores!

O mais alto monte
É a Serra da Estrela;
Portugal confia nela,
Que bonita que ela é!

Os guerreiros lusos
Por Viriato comandados
E por Sertório guiados
Lutam com valor e fé!

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Portugal no Mundo (Leonardus…, 181)  [M-L-Harm – AMC]

1. Eram as andorinhas que vinham falar do Brasil
e eis que um dia um navio aprendeu o caminho e partiu…
o cinzel nos padrões e o sabre nos troncos deixou (bis)
um coração gravado e Portugal ligado ficou…

Portugal é irmão pelo sangue do seu Brasil
E ainda de mil bandeiras no céu de anil,
Corcovado sagrou o Abraço eterno dos povos,
Cristo-Rei alumia a estrada dos tempos novos,
a saudade existe no mundo por Portugal,
a Europa está no destino da nossa Grei.

Cristo de Almada
braços abertos
mostra o caminho
e diz com carinho:
– Vem, meu Amigo,
está contigo
o Cristo-Rei. (bis)

2. Portugal é bem mais que um pedaço de terra e de mar
Portugal é o céu, as montanhas e o povo a cantar
Portugal é lareira, e luar, e tristeza, e suor
Portugal é um sorriso, uma lágrima, um beijo de amor.
Portugal tem uns nervos de raça e sangue imortal
Portugal foi sempre e será sempre Portugal

Portugal é um povo velhinho, de história altiva
uma cruz, um fado, um carinho, rumo à esperança.
Portugal é espada e bandeira, berço e navio,
mar e rio, vulcão, torrente, dor e descrença!

Meu Portugal, por todo o mundo, de lés-a-lés,
é sempre a Hora de Portugal,
Sempre e Agora ser Português. (bis)

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Epopeia do mar (Leonardus…, 105)  [M-L-Harm – AMC]

1. Ó Mar, Amigo e Companheiro de Aventura
P’los Caminhos do Mundo nunca andados.

Ó Mar, da Esperança tão passada e tão futura,
Da Paz e da Amizade sempre igual,
Levando ao Universo,
Em prosa e verso,
Portugal.

Refrão:
Mar Português,
Do Nome português,
Foi baptizado
Em Azul português,
Ficou fadado
A sorrir, e cantar,
E falar
Português!

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Rainha Santa Isabel (Leonardus…, 70)  [M-L-Harm – AMC]

Refrão:
Santa Isabel, ó Rainha,
Isabel, ó Santinha,
Vem aos pobrezinhos:
Traz pão, amor e vestidos
Nos olhos doridos
De esposa e de Mãe…
Volta, ó Rainha imortal,
O Rei não fará mal,
Pois praticas o Bem! (bis)

1. Às escondidas, um dia, a Rainha
Levava esmolas dentro do regaço;
O Rei pergunta onde vai, donde vinha…
Com medo, a Rainha não dá mais um passo!
Responde então a Rainha ao marido
Santas palavras que são mentirosas:
– “Eu, meu Senhor, nada levo escondido,
Passei pelo jardim e trouxe algumas rosas…”

2. Fraca mentira a Rainha arranjou,
Pois é Janeiro e rosas nunca há…
O seu marido mais desconfiou
E logo ordenou:
– “Abra o regaço! Já!“

O pão… são rosas… a roupa… são rosas…
As mãos… são rosas…
que brancas que são!
Tal é o milagre do pão feito rosas
Que o Rei ajoelha pedindo perdão!… (bis)

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A padeira de Aljubarrota (Leonardus…, 99)  [M-L-Harm – AMC]

A padeira
A padeira de Aljubarrota
Tinha sempre
Uma pá enorme atrás da porta! (bis)

Ora um dia
Sete Castelhanos
Vão roubar broa
Quente do forno

Ela dá-lhes
Co’a pá na tola,
Faz-lhes um galo
Pra seu adorno!…

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Gago Coutinho e Sacadura Cabral (Leonardus…, 154)  [M-L-Harm – AMC]

Depois de aberto todo o Mar da Terra
Portugal mostra o que o Mundo encerra
Pasmando o Homem do que nele havia;
Mas queria ainda escrever, realizar
Uma epopeia do Céu e dobrar
A universal matriz da ousadia. (bis)

E o Céu e o Mar vão abrir-se de novo
À atrevida coragem deste Povo
Com fome e sede de um Fado infinito:
E a Terra torna-se una e universal
E o Nome heróico deste Portugal
Não tem palavras: só se diz num Grito! (…)

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Magalhães – a Volta ao Mundo (Leonardus…, 20)  [M-L-Harm – AMC]

MAGALHÃES, A VOLTA AO MUNDO

Era um Fernão menino,
fez um barquinho
para brincar;
levou-o para o ribeiro,
lugar primeiro
de experimentar…
Depois desceu ao Douro,
pôs-lhe uma vela
e rumou ao mar
e uma estrela brilhante
pôs-se diante
para o guiar… (repete a estrofe)

REFRÃO:
Vai, Fernão, aos berços da onda,
leva o sonho de ir comprovar
que esta Terra é pequena e redonda
e uma Caravela
é tão grande como ela! (bis)

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Marinheiros, soldados, missionários (Leonardus…, 109)  [M-L-Harm – AMC]

Marinheiros, Soldados, Missionários
Vão levar Portugal ao Mundo inteiro
Pelo Mar, pela Terra, em perigos vários
Eles sabem que a Pátria está primeiro! (repete)

Portugal com Eanes
Não temeu o Bojador
E Bartolomeu Dias
Dominou o Adamastor

O Gama vai à Índia
E Cabral a Santa Cruz,
Albuquerque à Conquista,
Com Xavier levando a Cruz.

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Dom Sebastião, o Desejado (Leonardus…, 110)  [M-L-Harm – AMC]

1. A partida foi um longo adeus
Às bandeiras da Esperança e do Sonho,
Mas um Velho ergue as mãos para os céus
E ergue a voz de Profeta medonho.

No silêncio, no ar, das gaivotas,
Vêem augúrios os homens do leme
Mesmo em Tempo de medo e derrotas
Aí vai Portugal! Povo heróico não treme!

Refrão:
O povo ajoelhou
a olhar o mar, a olhar o mar…
E alguém anunciou
que o Desejado há-de voltar…

O olhar de tantas noivas
Fez-se azul
de tanto mar
e o corpo virginal
como uma nuvem lá do ar…

2. Nunca mais os navios voltaram
Do inferno de Alcácer-Quibir,
E as mães foi em vão que esperaram
Que o seu choro voltasse a sorrir;

O segredo do Mar é sagrado
E do Vento o segredo é inteiro:
Sebastião, jovem Rei Desejado,
Não mais voltará
Em manhã de nevoeiro!

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Primeiro de Dezembro (Leonardus…, 132)  [M-L-Harm – AMC]

A Pátria ressuscita, finalmente!
Primeiro de Dezembro é o novo dia!
O Povo Português, independente,
Pelas ruas, canta e chora de alegria!

Estão mortos estrangeiros e traidores,
Não há jugo que dobre Portugal!
Bandeira a tremular, com mil tambores,
Marcha o Povo, ao som do Hino Nacional!

Primeiro de Dezembro é imortal
Da nossa Terra
Dia de Glória!
O Povo conquistou o seu Graal,
Foi para a guerra,
Para a vitória!

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