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Sumário desta página:
Marchas e Hinos actualizados e novos
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HINO DO REAL SPORT CLUBE
Queluz – Massamá – Monte Abraão
HINO DO REAL SPORT CLUBE
Letra: L.P.S. || Música: A.M.C.
O Real Sport Clube tem Nobreza,
E um Projecto de Acção e de Futuro,
De Solidariedade e de Certeza
Como a Força imortal de um Sonho puro.
E as almas estão cheias de emoções,
Profundas como a força da paixão,
Honrando os Ideais e as Tradições,
Que pulsam como um grande Coração!
REFRÃO
Real! Real! Real! Real!
Real! Real! altruísmo e missão! (bis)
REAL! REAL! REAL! REAL!
REAL! REAL! A nossa Eterna Paixão! (bis)
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MARCHA DE VILA REAL
1.Ornada de tantas galas
Oh abram alas
Uma princesa
É filha de um rei troveiro
Sonho primeiro
D’áurea beleza
O nome cheio de encanto
Que eu amo tanto
Também o diz
Real d’aspecto e de graça
A sorrir para quem passa
A filha de D. Dinis.
CORO:
Vila Real, oh que linda és
Tens o Corgo aos pés, em adoração
Vila Real, como és gentil
Canta-te o Cabril, beija-te o Marão.
2.Teus filhos, linda princesa
Tua nobreza
Sempre te herdaram
E nos campos de batalha
Nunca à metralha
Costas voltaram
É ver o bravo Araújo
E aquele marujo
Diogo Cão
Pelotas e Alves Roçadas
Brandiram suas espadas
A lutar por teu brasão!
3.À tua sombra descansa
Deposta a lança
Bravo Espadeiro
Ai guardas em um jazigo
O grande amigo
Do rei primeiro
A tua santa madrinha
Foi a rainha
Santa imortal
Que, num sorriso de amor
Te converteu numa flor
Do jardim de Portugal
VILA REAL ! VILA REAL !! VILA REAL !!!…
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HINO DA CIDADE DE BRAGANÇA
(Letra+Pauta +Som mp3+Filme mp4: Altino Cardoso
FILME: NATAL (EM) MIRANDÊS | In: Facebook
BRAGANÇA É UM DOS RECANTOS MAIS NOBRES E FIÉIS DA PÁTRIA
SEMPRE ACTUANTE NOS SONHOS DE PORTUGAL, EM TERRA E NO MAR
Situada numa zona geográfica periférica e sujeita a sérias e contínuas pressões fronteiriças, a cidade de Bragança nasceu em 1187. Reinava D. Sancho I, o Povoador, segundo rei de Portugal. A Fidelidade e o Patriotismo desta cidade estão na base da honra de perpetuar a mais importante linhagem nobre portuguesa, a CASA DE BRAGANÇA.
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HINO DA CIDADE DE BRAGANÇA
– Letra e Música: Altino M Cardoso (14-11-2024)
HINO DA CIDADE DE BRAGANÇA
Bragança, nós celebramos tua Nobreza,
Diamante de Portugal! Suprema Glória!
Ó Sentinela da Pátria, Mãe Portuguesa,
Orgulho (que grande Orgulho!)
da Nossa História! (Repete)
REFRÃO:
Salve, Bragança Eterna,
Filha do Granito,
Tu és Irmã das Águias,
Dom que Deus te deu;
No alto do Castelo,
O Azul do Céu
Sacralizou teus Sonhos
Rumo ao Infinito! (Repete)
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HINO DA CIDADE DE BRAGANÇA
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NATAL (EM) MIRANDÊS
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MARCHA DA RÉGUA
MARCHA DA RÉGUA
Linda Cidade da Régua,
Princesa do nobre Douro,
Tens o valor, o encanto
Do mais sagrado tesouro.
Circundada de vinhedos,
Garridos e verdejantes,
São ele a tua coroa,
Que mostras aos visitantes.
CORO
Régua, cidade bendita,
Tens afinal o condão
De encantar quem te visita,
Prendendo-lhe o coração…
Até as águas do Douro
Tenho ouvido chorar
Saudosas de não poderem
Ficar-te sempre a beijar.
2. Terra pujante de seiva
Corajosa, altaneira,
Não há outra que mais seja
Fidalga e hospitaleira!
A Senhora do Socorro,
de olhar materno e radiante,
Vê-te lançada a teus pés
Em adoração constante.
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MARCHA DE VILA POUCA DE AGUIAR
MARCHA DE VILA POUCA DE AGUIAR
MARCHA DE VILA POUCA DE AGUIAR
Em graça e singeleza
Tu és a princesa
De entre as terras de Aguiar!
Gaiata e sorridente
Tens p’ra toda a gente
Um sorriso em cada lar.
Não sei donde vieste
Ou se renasceste
Da romana Urbe, não sei,
Mas dizem Tradições
Que és terra de Heróis
E berço de nobre Grei!
Refrão:
Ó Vila Pouca
Terra sem par!
A minha boca
Já anda rouca
De te cantar!
“Tao pequenina!”
Ouço dizer
Mas diz-te a sina
Que, se és menina,
Serás mulher!
2.A rir, de lés a lés
Abre-se a teus pés
Esse Vale verdejante
De lado, o Roxo e o Facho
Olham pra baixo
De atalaia vigilante
Ao longe, o teu Castelo
Como já foi belo
Quando com ele casaste!
E o Corgo todo escolhos
Nasceu nos teus olhos
Das lágrimas que choraste!
3.Teus ricos pergaminhos
Ah! já tão velhinhos!
Custaram Sangue e Valor
Não há mais alta glória
Que a de ter na História
Um Ilustre Imperador
E Almeida – o Decepado
Também é contado
Entre os nobres Filhos teus
Outrora gloriosa
Hoje tão formosa
Foi assim que te quis Deus!
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MARCHA DE SABROSA
MARCHA DE SABROSA
Viva! Viva! Viva Sabrosa!
Entre as vilas, a mais ditosa!
1. Sabrosa, linda, nasceu
no regaço de altos montes,
aconchegadinha ao céu,
que lhe abriu (que lhe abriu) os horizontes.
Foi um dia ver o Douro,
veio o sol mais luar,
encheram-lhe os olhos de ouro,
ficou assim a cantar:
O mundo e o céu
juntei-os eu,
flores e estrelas no meu abraço
e o sol amigo
casou comigo
na igreja linda do azul do espaço…
Refrão:
Rica e formosa
e donairosa,
cheia de sonhos nasci assim…
E o sonho lindo
da Volta ao Mundo
de Magalhães nasceu de mim!…
2. Sabrosa, terra de encanto,
corações a palpitar…
cada lar é fogo santo,
linda terra, (linda terra,) lindo altar!…
Sagrou-te Deus em beleza,
em virtude e galhardia,
Sabrosa não há tristeza
e canta assim dia a dia:
(ao Refrão)
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MARCHA DE MURÇA
MARCHA DE MURÇA – Arranjo: Altino Cardoso
Lá vai a marcha a cantar
Murça, moça descuidada,
Sempre a rir, sempre a folgar,
Divertida, endiabrada!
Vamos na marcha também
Espalhar males e dores,
Que a Esperança já lá vem
Mais a Fé, cantando amores!
Refrão:
Haja alegria, por que não?
Se a vida é bela, pois então!
Se nos palpita o coração
Com doce esperança no porvir
A mágoa foge por encanto,
Vem a ventura ao som do canto
Matar a dor, matar o pranto,
Folgar e rir!…
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HINO DE ALIJÓ
Recolha: Grupo ALÉO – Câmara M de Vila Real
Arranjo: Altino M. Cardoso
Alijó é terra boa
Dá de beber a quem passa
Para quem não traz dinheiro
Está o chafariz na praça
De tudo quanto trazemos
Migalhas também são pão
São dadas com caridade
Do fundo do coração
Alijó, terra de encantos
E de nobres tradições
Lavramos as nossas vinhas
Trabalho de multidões
Nota: Este hino, ao contrário da generalidade dos hinos marchas dos concelhos do distrito de Vila Real, tem refrão em tom menor, a sua letra é desprovida de referências épicas e caracteriza-se por um conteúdo poético despretensiosamente popular. Isto leva a pensar que a sua origem possa estar numa marcha popular ou “pasacalles” que alguém tenha decidido adotar como hino de Alijó. Talvez o tenham passado a designar por hino para o distinguir da marcha que lhe terá dado origem. Existem versões com mais quadras, mas são estas as que a preferência popular parece ter vindo a “decantar”.
O importante é que o povo de Alijó o canta e sente como se de obra-prima se tratasse o que faz sentido pois, à semelhança de qualquer canção regional, possui todas as características de obra do povo anónimo.
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MARCHA DA TIMPEIRA
MARCHA DA TIMPEIRA
1. Eu não conheço, nem julguem que eu exagero,
gente com tanto salero
como a gente da Timpeira.
E a simpatia,
tanta graça que ela encerra,
Vem-lhe por certo da terra,
risonha, alegre e sadia.
Quase a dois passos
da linda Vila Real,
vem a ser ela, afinal,
a dama de companhia…
Tão de mãos dadas
pela estrada e pelo rio,
liga-as o mesmo feitio,
têm a mesma fidalguia.
REFRÃO:
Timpeira,
tu és a primeira
das terras à beira
de Vila Real;
Timpeira, meu ridente ninho,
és o meu cantinho,
tu não tens rival!
2. Vede, aos domingos,
como a cidade se espraia,
procurando a nossa praia,
no Verão, pra refrescar;
Na primavera e no rigor do inverno,
aqui o sol é mais terno
tudo nos vem visitar!
Quando há corirdas,
tudo vem em correria
com ansiosa alegria
um bom lugar escolher.
E todos sabem,
mesmo os que de longe vêm,
que a nossa terra é também
o melhor sítio pra ver!
Ao REFRÃO
3. Já ninguém sabe,
para dizer a verdade
quando começa a cidade
e onde é que ela principia;
Porque e Timpeira
de vistas já tão bonitas,
ou é sala de visitas
ou dama de companhia…
Casas branquinhas
a sorrir entre pomares
linda vista, óptimos ares,
e o rio a cantarolar…
— Linda Timpeira,
ouve a minha profecia:
Vila Real, qualquer dia,
contigo se há-de irmanar!
Ao Refrão
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MARCHA DE VALPAÇOS
Fui a Valpaços,
fui lá um dia
Tanta alegria
lá senti!
Que ao vir-me embora
em certa hora,
Olhei pra trás,
não resisti!
Logo uma voz
assim me diz,
Com tal meiguice
e graça tal:
– Valpaços!
Valpaços!
Canteiro em flor
de Portugal!
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MARCHA DE MOUÇÓS (Vila Real)
Eu canto as coisas fagueiras
Que adornam a minha terra
Desde os montes às ribeiras,
Desde o vale às altas serras.
Mouçós de gente bondosa
Que sempre o bem praticou
Diligente, virtuosa
Como jamais se encontrou!
CORO
Mouçós! Mouçós!
Ouve o clamor da nossa voz;
Mouçós! Mouçós
És o encanto de todos nós!
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MARCHA DE CHAVES
Letra: D. Maria Nelson | Música: Carlos E. Pereira |
Arranjo: Altino M Cardoso
I
Ó Chaves, nobre cidade
Pelo Tâmega beijada,
Deixas sempre uma saudade,
Terra linda… terra amada!
Nas tuas velhas muralhas,
Pedaços de antigas eras,
Andam sombras de batalhas
A pairar… como quimeras!
REFRÃO
Cidade linda,
Deste nosso Portugal,
Com a tua veiga infinda,
De riqueza sem igual!
Terra d’encanto
Que tanta beleza encerra,
A quem nós queremos tanto,
Porque és tu a nossa terra!
II
Ó linda ponte romana,
Recordas aos que te olharam
Tempos remotos, distantes
De gerações que passaram!
Para as doenças mais graves,
Até damos a saúde,
Venham às Caldas de Chaves,
As Caldas de mais virtude!
III
O castelo é o guarda-mor
Sentinela da fronteira
Santa Maria Maior
É a nossa padroeira
Nossa Senhora das Graças
Por um milagre de Deus
Senhora quando tu passas
As bênçãos caem dos Céus!
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MARCHA DE BOTICAS
I
Ai! Boticas,
Linda vila trasmontana,
Quem é que se não ufana
De se chamar filho teu?
Ai! Boticas,
Linda princesa da altura,
Irmã da neve mais pura
E das estrelas do céu!
Ai! Boticas,
Linda grinalda de flores
Das mais variadas cores,
Tua maravilha é tal:
Cada flor é um coração,
Ramo a nossa Região,
A árvore é Portugal!
REFRÃO
Ó alegres raparigas,
Lindas cantigas
Vamos cantar!
Ó rapazes, neste dia,
Haja alegria
Sem acabar!
Ó corações, alegrai-vos,
Voai, soltai-vos
E palpitai!
Haja alegria nas almas,
Batei as palmas,
Cantai, cantai!
II
Ai! Boticas,
Quem te deu esses encantos
Que são tantos, tantos, tantos,
Cada qual o mais formoso?
Foi um anjo que desceu
E pôs um canto do céu
Na região de Barroso!
Ai! Boticas,
O teu lema é trabalhar
Fazer do campo um altar
E do trabalho oração.
Minha terra, Deus te ajude
E a alegria na virtude
Seja a tua devoção.
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NOTA: Ver também neste site outras marchas, Clicar em:
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HINO DE BARROSO
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HINO DE VILAR (DE PERDIZES)
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HINO DO JUSTO HEITORZINHO DE LOUREIRO
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HINO DO PATRONATO DE GODIM
HINO DO PATRONATO
DE GODIM-RÉGUA
Patronato é uma obra de amor
Que Godim muito ampara e acarinha
As crianças aí têm calor
Desde o berço e também na escolinha.
Aprender a brincar e a falar
E a sorrir, e a cantar, e a escrever…
Patronato ajuda a voar,
E a crescer, e a sentir… a viver!
Refrão:
O Patronato é um ninho
feito para as criancinhas
são tuas, são minhas,
são do nosso carinho.
Elas enchem de riso
as salas e os recreios
e os ares ficam cheios
dos sons do paraíso…
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MARCHA DE GODIM
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MARCHA DE LOUREIRO (2006)
1. Loureiro é uma flor de Eternidade
Vive encantada no seu Miradouro
Parece a Fada da Felicidade
Enamorada pelo Rio Douro…
E põe sorrisos na alma das cantigas
P´los montes curvos e nos ares serenos…
– é uma magia dada às raparigas
De lábios quentes e olhares morenos.
REFRÃO:
Quando em Loureiro bate o Sol de manhãzinha,
É uma alegria!
O Santo António, lá na sua capelinha,
Diz-nos: – Bom-dia!
E os vinhedos e arvoredos verdejantes
Brilham no ar
E o Heitorzinho vela por nós, como dantes,
Sempre a rezar…
2. Loureiro é uma maravilha em seus espaços:
Sobe pelo Val´, vindo da Meia Légua,
Vai à Gervide, à Torre e a Travassos
Vai a Marvão pra contemplar a Régua…
Paredes, o Roupeiro e a Quintã,
O Barco, a Granja, o Outeiro, o Romezal…
– ai que saudades desta terra sã,
Com vinha e fontes, soutos e pinhal!
3. Quando a tardinha se enche de penumbra
E a noite chega no seu esplendor,
O oiro das estrelas, que deslumbra,
Flori em beijos e abraços de amor…
Por isso é que Loureiro é sempre a terra
Onde a Raiz nos prende de verdade:
Tanta paz e tanta beleza encerra
Que até nos dói a infinita Saudade!
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MARCHA DE MIRANDELA
Que marcha tão bela
a de Mirandela,
alegre e altaneira!
Nasceu no Candal,
cresceu no Toural,
desceu à Ribeira.
Voltou à Avenida,
alegre e garrida,
vibrante e sonorra,
chegou afinal
ao grande arraial
onde canto agora!
REFRÃO
Mirandela, podes mirar-te em teu rio,
Mirandela, como tu não há igual
Mirandela, com tua graça e teu brio,
Mirandela, honras bem teu Portugal!
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