MÚSICAS Saloias Palacianas

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Descrição

Este trabalho concentra-se num aspecto muito específico da Cultura Saloia: a Música Saloia Palaciana.

O apogeu de Portugal deu-se no séc, XVIII, de D. João V, quando as riquezas provenientes dos Descobrimentos permitiram à nobreza de Lisboa expandir-se para a periferia marítima do eixo Cascais – Sintra – Mafra.

Erguem-se aí grandes projectos de nobreza e luxo, com relevo para os chalés e palácios, que são a base do estatuto de Património Mundial atribuído a Sintra, ainda actualmente atraem a admiração de milhões de turistas de todo o mundo.

Era essencial a mão-de-obra dos habitantes, que se multiplicaram rapidamente, atraídos pelo emprego e pelo acesso ao fausto dos salões e, portanto, das músicas e danças, provenientes de toda a Europa monárquica através de grandes artistas contratados.

COMO SOAVAM ESTAS MÚSICAS NESSE TEMPO (séc. XVIII >)?
Admitimos várias hipóteses, desde música profissional e de câmara (ex. no palácio de Queluz) a instrumentistas individuais, nomeadamente de cravo (>piano). De cravo ou piano poderemos enviar gravação em MP3 a quem a solicitar por email.

Para se obter um melhor enquadramento nos contextos históricos, sócio-económicos, culturais, etc. da Região Saloia, neste livro apenas esboçados, convém consultar:
– CARDOSO, Altino Moreira – CANCIONEIRO SALOIO, 170 pautas (músicas e letras), 2005;
– CARDOSO, Altino Moreira – MUSEU SALOIO – Memória Imaterial, 2016.

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EXEMPLOS

Contradança

Dança palaciana

Minuete

Passecate

Valsa antiga

Valsa a dois passos

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