HINO DA AMADORA [Cidade-menina – Cidade-mulher]

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Descrição

O autor deste HINO DA AMADORA [Cidade-Menina–Cidade-Mulher] partilha a convicção de muitos amadorenses de que uma nova marca de nobreza da Cidade da Amadora poderá ser a adopção de um HINO – que recorde, musicalmente, o desabrochar da sua autonomia, até à actual dinâmica de maioridade – segundo os níveis sociológicos e culturais médios da população.

Criado em 11 de Setembro de 1979, o Município da Amadora estende-se por uma área de 23,79Km2, onde vivem 175 136 habitantes (Censos de 2011).
Este Município foi o primeiro a ser criado após o 25 de Abril de 1974, deixando de ser nessa data uma freguesia do Concelho de Oeiras, ao qual pertencia desde 1916. O Município da Amadora inscreve-se na área geográfica da AMLN (Área Metropolitana de Lisboa Norte), fazendo fronteira terrestre com os Municípios de Lisboa, Odivelas, Sintra e Oeiras. Na altura da sua criação, o Município dividia-se em 8 freguesias:
Alfragide, Brandoa, Buraca, Damaia, Falagueira-Venda Nova, Mina, Reboleira e Venteira. Já em 1997, este número elevou-se para 11 freguesias, com a criação das novas freguesias de Alfornelos e São Brás, tendo a freguesia da Falagueira-Venda Nova se dividido em duas: Falagueira e Venda Nova. Atualmente, o Município é composto por 6 freguesias:
Águas Livres, Alfragide, Encosta do Sol, Falagueira-Venda Nova, Mina de Água e Venteira. (…)
Entre 1950 e 1970, assistiu-se a uma autêntica explosão demográfica na Amadora, que atingiu nos anos 50, a mais elevada taxa de crescimento de toda a região de Lisboa.
Esta situação deriva de vários factores, como a melhoria das infraestruturas de transporte da região, a electrificação da linha de caminho de ferro e os largos contingentes migratórios que afluem à Amadora, atraídos pela criação de novos postos de trabalho nas indústrias e serviços que aí se instalaram. No entanto, a escassez verificada no mercado da habitação, aliada à especulação imobiliária na capital, conduziram a um crescimento desgovernado nas periferias, em que a Amadora não foi excepção.
Começaram a desenvolver-se bairros clandestinos, que constituíram o sub-mercado ilegal a que a população menos favorecida economicamente tinha acesso. No início da década de 70, a população residente na Amadora baseava-se sobretudo na imigração proveniente de Lisboa, Alentejo, Beiras, zona centro do país e Cabo Verde (na altura ainda Colónia Portuguesa).

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Notas:

1. Texto adaptado da net;

2. Além desta versão para piano do autor, o livro contém uma versão para Filarmónica, da autoria do maestro Amílcar Morais.

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