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DIA DA MÃE
Canções
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400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS
(400 CPR)
de Altino Moreira Cardoso
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https://amadora-sintra-editora.pt/produto/400-cancoes-proprias-reunidas/
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MULHER E MÃE
– Letra e Música: Altino M Cardoso –
Livro: 400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS – P. 451
Quando a noite chega, doce e repousante,
A verter paz e aconchego pelos telhados,
Depois do emprego diário, fatigante,
Ela corre para casa em mil cuidados;
Que ternura, quando chega, em mil abraços!
Que alegria vendo todos a jantar!
Os filhinhos já deitados,
Só então ressente os braços,
Esses braços que nasceram para se dar…
Refrão:
E a vida passa
Entre as mãos de dois destinos
Casa e filhos pequeninos,
E o emprego, a rua, a praça…
Fada do Lar
Onde a vida sabe bem,
Mulher – empregada e mãe… –
Todos te amam a dobrar!
2. Mais um dia de trabalho e de canseira,
Mais uma noite que cai com o cansaço,
Mais um sonho para morrer,
por mais que queira
Envolvê-lo no carinho de um abraço…
Amanhã será o hoje, igual ao ontem,
Enquanto forças de vida ela tiver…
Devoção ao dia-a-dia,
por mais nadas que lhe apontem,
É a Grandeza de viver MULHER!
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A UMA MÃE – Valsa triste
– M. Altino Cardoso
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MÃOS DADAS EM FAMÍLIA
Poema e Música: Altino M Cardoso [400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS 446]
Mãos dadas em Família
Vem ter connosco à varanda da Paz
que estás
em casa que é tua;
Liberta os olhos do chão e da bruma
e fuma
o perfume (o perfume) da rua;
Vem ter connosco a esta sala de altar
falar
do Hoje e do Ontem
recordaremos bons dias da infância
na ânsia (na ânsia…)
que sempre despontem!
Refrão:
De mãos dadas
é bom viver
olhando o Além (o Além…)
quando o sol
– na noite a descer –
se apaga também.
Como irmãs
a esta Consoada
não falte (não falte) ninguém!
Vive em nós a seiva sagrada
do Pai e da Mãe. (bis)
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MEU QUERIDO… MEU VELHO… MEU AMIGO… (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo…
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo…
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento…
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo…
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo…
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto…
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
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MÃE
Poema: António Cabral – Música: Altino M Cardoso
In: https://amadora-sintra-editora/produto/musicas-para-poetas/
Venho de longe, mãe; trago nos olhos
A flor silenciosa do teu nome
Dourada pelo sol do teu amor
Que o tempo não consome.
Venho nestas palavras de saudade
Eu todo, com o peito em alvorada,
Para sentir-me bem junto de ti,
Sem pensar em mais nada.
Quero esquecer as sombras do caminho
Que o meu sonho de vida percorreu;
Quero bater à porta do carinho
E dizer: mãe, sou teu!
Sou eu, de novo, como em pequenino,
Vestido embora de desilusão…
Tenho fome de paz. Deixa-me entrar
No templo do teu grande coração.
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AQUELA MÃE
Aquela mãe (L e M-AMC) [400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS- P 404]
Aquela mãe, noite fora,
Vai ao berço do menino
E mesmo se a alma chora
(se a alma chora)
Ela é fiel ao Destino. (bis)
Refrão:
É assim a roda das vidas
Em que os medos são sem fim
E as lágrimas diluídas
Nas profundezas do Sim. (bis2v)
É bem triste a mãe chorosa
Na cruz que a vida lhe dá
Se um filho – botão de rosa –
Já não desabrochará.
Mas sempre haverá na terra
Uma noiva a esperar
Que o noivo venha da guerra
Para se poderem casar…
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MÃE DO EMIGRANTE
A mãe do emigrante (L e M-AMC) [400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS 254]
In: https://amadora-sintra-editora/produto/cancoes-do-emigrante/
Refrão:
Espero-te à tardinha
sentada no portal,
tal como uma andorinha
No ninho do beiral…
1. Partiste um dia, assim,
Era uma manhãzinha,
Abraçaste-te a mim,
A tua mãe velhinha…
Depois, e de repente,
Puseste-te a abalar,
Para não ver a gente,
Que estavas a chorar…
2. As cartas que me escreves
E eu leio a hora do terço,
São duas letras breves,
Falam sempre em regresso..
Esperando-te, a tardinha,
Eu rezo: ”Deus te ajude!
Regressa em vida minha!
Que eu tenha essa virtude!”
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CANÇÃO DO BERÇO
QUANDO O EMIGRANTE PARTE ??







