MÚSICAS_SVR_53-61

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MÚSICAS_SVR_53-61

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No Grémio Literário de Vila Real

Apresentação da Revista TELLUS 76

Em 2-5-2022 o Grémio Literário apresentou textos comemorativos do I Centenário da Diocese nas páginas do nº 76 da Revista TELLUS, com a presença do Director, Dr AM Pires Cabral, o editor Elísio Amaral Neves e sob os auspícios da Câmara M de Vila Real, representada pela sua Vereadora da Cultura, a Drª Mara Minhava.

É grandiosa a Obra humana e cultural que os seminários têm doado à sociedade.

O Seminário de Vila Real deu a mão a milhares de jovens, que, regularmente, ainda hoje se aproximam da raiz, gratos por aí poderem reviver a dádiva da amizade partilhada em muitas décadas de formação e convívio.

A gratidão nunca prescreve.

No Seminário de Vila Real, além do ensino da Religião, da Ciência e da Cultura, deve ser enaltecida a Música e o seu grande impulsionador: o Padre Minhava.

Pela mão do querido Maestro alguns alunos criaram melodias ainda hoje na memória de todos e que é honroso e gratificante divulgar.

O seu/nosso Orfeon atingiu um excelente nível académico e divulgava um leque de composições que iam do popular e regional (português e também internacional) ao repertório coral operático, de Haendel, Verdi, Schubert…

HOMENAGEM PESSOAL A MONSENHOR ÂNGELO C. MINHAVA

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Alguns EXEMPLOS de canções do SVR:

Marcha de Vila Real (M e L: Mons Ângelo C Minhava | Harm Altino M Cardoso)

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Marcha de Montalegre (M e L: Mons Ângelo C Minhava | Harm Altino M Cardoso)

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Marcha de Sabrosa (M: Mons Ângelo C Minhava | Letra: António Cabral | Harm Altino M Cardoso)

1. Sabrosa, linda, nasceu no regaço de altos montes, aconchegadinha ao céu, que lhe abriu (que lhe abriu) os horizontes.

Foi um dia ver o Douro, veio o sol mais  luar, encheram-lhe os olhos de ouro, ficou assim a cantar:

O mundo e o céu juntei-os eu, flores e estrelas no meu abraço

e o sol amigo casou comigo na igreja linda do azul do espaço…

Refrão:

Rica e formosa e donairosa, cheia de sonhos nasci assim…

E o sonho lindo da Volta ao Mundo de Magalhães nasceiu de mim!…

2. Sabrosa, terra de encanto, corações a palpitar… cada lar é fogo santo,

linda terra linda terra, lindo altar!…

Sagrou-te Deus em beleza, em virtude e galhardia,

Sabrosa não há tristeza e canta assim dia a dia:

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Marcha de Vila Pouca (L e M: Henrique  | Harm.: Altino M Cardoso)

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Amor à beira Douro (L e M:  Altino M Cardoso)

1. A janela do meu quarto é uma janela encantada, dela vejo o rio Douro de água linda, tão linda, dourada…
Meu amor é marinheiro quando passa a navegar, fico a vê-lo do meu quarto a acenar… a acenar… a acenar…
REFRÃO:
La vai água abaixo o meu coração em doce ilusão, contente a boiar,
porque o meu amor vai nas loiras águas, vai cheio de mágoas quero-o consolar..
lá, lá, lá, lá, lá ………
2. Rio douro, rio Douro, Douro do meu coração, que me levas meu amor embalado na tua canção…
Águas loiras a sorrir e rabelos a passar… – são encantos e saudades que me fazem sorrir e sonhar…
Ao REFRÃO

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Barcarola missionária (L e M – Altino M. Cardoso)

Parte I
A. Na praia há olhos chorando, mãos erguidas a rezar… e a caravela singrando ao som das ondas do mar.
Andorinhas pelos céus vêm repetir junto ao cais o longo, o último adeus, para talvez nunca mais…
– A caravela voga lá longe por sobre o mar…
São Missionários os que vão nela, Vão a rezar… Dentro do peito No coração Levam Jesus
Num sonho feito Da imensidão De uma cruz…
B. Santa velhinha ajoelhada reza em silêncio na areia, De choro a face banhada, De débil pranto a voz cheia…
Ora ao Senhor por seu filho que vai lá longe, no mar Um sonho de imenso brilho Nas trevas realizar…
– A caravela… etc.
– Chorosa, a voz do sertão Chama por eles além, Numa tão triste oração Que os faz chorar também…
Bis e (B.F.)
Durante a (B.F.): declamação:
– O Missionário vai, num sonho como os céus, Levar Jesus as almas com ardor intenso…
Deixou a mãe e tudo! Deu a vida a Deus, Deu-lhe o seu coração ardente, e puro, e imenso…
(Com mais ardor:)
Mas há-de ver sorrir, em rosas e perfume, A sua vida aberta num ideal assim.
E, quando aos doces passos Deus tirar o lume, O seu sonho final será de Amor… sem fim!…
Parte II
A-Todos os dias na areia Um vulto a ajoelhar De mansinho, a maré cheia Seu manto vinha beijar…
Era a velhinha, saudosa Do filho que além andava, Que perguntava, chorosa, Ao mar se ele voltava…
-Lá longe, longe, A caravela Fora ancorar. Os Missionários saíram dela p’ra missionar…
Dentro do peito No coração, Levam Jesus Num sonho feito Da imensidão De uma cruz…
-Um dia triste, porém, O vulto não apareceu… Essa terna e santa mãe Tinha voado ao céu…
Há tanto o filho querido  Desejava um beijo seu! Deus concedeu-lhe o pedido — Juntou-lhe os lábios no céu.
-Oh! Missionários! Oh! Missionários! Morte de encanto! Oh! Missionários, A vossa morte Eu amo-a tanto!
— Dentro do peito, No coração Levar Jesus Num sonho feito Da imensidão De uma Cruz!…
-Bendita a voz do sertão Que assim arrasta p’ra Deus, Bendita a vos da oração Que assim comove os céus!…bis
(B.F.) sem declamação.
PRECE FINAL Solo de tiple (Oração do seminarista missionário)
Senhor: Somos teus filhos queridos Felizes e recolhidos À sombra do teu Sacrário…
Senhor: Mas há teus filhos que não Não têm a paz, a unção Não têm um missionário!
Senhor: Somos teus filhos queridos, Nos teus joelhos erguidos À Mesa da Comunhão,
Senhor: Dá aos teus filhos pretinhos Nossos qu’ridos irmãozinhos, O doce nome: “CRISTÃO”.

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Hino da Diocese de Vila Real (M e L – Cónego A Santos | Harm Altino M Cardoso) [Hino criado nas Bodas de Diamante]

Por estes montes, terra quente e fria, marchamos sempre povo do deserto,
da luz prá luz, em longa travessia, de vida em vida e coração aberto.
Da luz prá luz, em longa travessia, de vida em vida e coração aberto!
Novo Israel em marcha pelos montes, Vila Real Amen, Vila Real Amen. Aleluia!
Refrão:
Hossana! Hossana! O Povo do Senhor! Eu te saúdo luz do mundo novo,
novo Israel em marcha pelo mundo! Vila Real, Vila Real! Amen! Aleluia! Aleluia!

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Coro dos Marinheiros (Puccini – da Ópera Mme Buterfly) (BF – vozes de máquina)

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Asas brancas (Poema: A Garrett – M: P Minhava | Harm Altino M Cardoso)

Eu tinha umas asas brancas, Asas que um anjo me deu, Que, em me eu cansando da terra, Batia-as, voava ao céu.
-Eram brancas, brancas, brancas, Como as do anjo que m’as deu: Eu inocente como elas, Por isso voava ao céu.
Veio a cobiça da terra, Vinha para me tentar; Por seus montes de tesouros Minhas asas não quis dar.
-Veio a ambição, co’as grandezas, Vinham para mas cortar, Davam-me poder e glória; Por nenhum preço as quis dar.
Porque as minhas asas brancas, Asas que um anjo me deu, Em me eu cansando da terra, Batia-as, voava ao céu.
Mas uma noite sem lua Que eu contemplava as estrelas, E já suspenso da terra, Ia voar para elas,
-Deixei descair os olhos Do céu alto e das estrelas… Vi entre a névoa da terra, Outra luz mais bela que elas.
E as minhas asas brancas,  Asas que um anjo me deu, Para a terra me pesavam, Já não se erguiam ao céu.
Cegou-me essa luz funesta  De enfeitiçados amores… Fatal amor, negra hora Foi aquela hora de dores!
-Tudo perdi nessa hora  Que provei nos seus amores O doce fel do deleite, O acre prazer das dores.
E as minhas asas brancas, Asas que um anjo me deu, Pena a pena me caíram…  Nunca mais voei ao céu.

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Corridinho nº  4  (M Melo Júnior L P Minhava | Harm Altino M Cardoso)

‘Stá tudo dito! Não é bonito cantar em coro sem meter um corridinho
vale uma aposta se alguém não gosta de ouvi-lo agora mesmo assim em desalinho!
O corridinho esta moda singular é daquém e dalém mar, é daquém e dalém Marão
o corridinho dirá alguém “não vale nada!” porém toda a pequenada gosta dele até mais não!
E nós os homens barbados, valha a verdade desapaixonada,
gostamos do corridinho, porque é bonito e não custa nada!
[versão original: somos por ele tão pelados como os pequenos pela marmelada!] (bis)

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Hino da Academia Missionária (L e M Altino M Cardoso)

Como arautos de Cristo na Terra, nosso lema nos chama às missões
vamos pois missionar, fazer guerra, convertendo e unindo as nações!
De ideais sempre unidos no esforço lutaremos por Cristo Jesus
e o Mundo enfim será nosso, onde quer que se erga uma Cruz!
REFRÃO:
Em nossos corações há brados de alegria, Vivamos as Missões na voz da Academia!
Ela nos pede amor, trabalho e oração, esp’rança no Senhor e afecto à vocação.

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Hino do Batalhão 947 do Zé H C Ferrador (M – P Minhava | Harm Altino M Cardoso)

Tá, tá, tá, tá, tá….

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O rouxinol adormeceu (Tadicional | Harm Altino M Cardoso)

O rouxinol adormeceu, caíu ao rio, logo morreu…
Ó rouxinol, que é da tua serenata?
Deixa as águas cor de prata,
Voa ao céu!…

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Saudades do Céu (L – Guilherme Braga | M D Magalhães | Harm Altino M Cardoso)

Ó Mãe, quem semeou tantas estrelas nesse abismo que estás a contemplar?
Quem deu às ondas, que me inspiram medo, As pérolas que tens no teu colar ?
Seria aquele Deus cujos decretos Nos roubaram meu pai e meus irmãos,
E para quem de joelhos sobre o leito Ergo ao deitar-me as pequeninas mãos ?
“Foi esse, foi ! Vê tu como ele é grande, Que tantos astros espalhou nos céus !
Que tantas jóias escondeu nos mares ! Vê tu como ele é grande, aquele Deus !”
Ó mãe, que linda noite ! Em noites destas Eu sinto os anjos sobre mim passar :
Quem me dera também as asas puras Que os voos sustentam pelo ar ! –
Estremeceu a mãe. Depois, convulsa, Ao palpitante seio o filho uniu;
Rebentaram-lhe as lágrimas dos olhos, E o menino a cismar nem mesmo as viu.
Nessa noite, ao deitar-se, o belo infante Ergueu de novo as pequeninas mãos,
Mas quando o sol lhe penetrou no quarto, Tinha partido em busca dos irmãos !

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Hino do Seminário de Vila Real (L – António Cabral | M – A Matos | Harm Altino M Cardoso)

É um jardim o seminário, nós botões abrindo em flor, o sol brilhante é o sacrário donde vem luz e calor
Pôs-nos Deus dentro do peito braseiros de fé intensa, Eia! ceifeiros de Deus, olhai a seara imensa!
REFRÃO: Agora no estudo a força é Jesus, Ele em nós é tudo, Ele é a nossa luz,
Depois, vida além, Ele o Sol Maior far-nos-á também outros sóis de Amor.

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Hino dos Bispos (Alter Christus) (L António Cabral | M A Matos | Harm Altino M Cardoso

Eia, todos! cantemos a vida, celebremos o anseio de amor
de um prelado que amou sem medida, que se deu e se fez Bom Pastor.
Imolou as delícias do mundo e os encantos da terra natal,
Fez-se luz de um anseio profundo, fez-se nosso, e ele é teu, Vila Real!
“Alter Christus”, vem de Cristo o teu amor, porque és nosso vai de nós um grande amor
Bom Prelado, este Povo é todo teu, dá-lhe a bênção, que por ti nos vem do céu! (bis)
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Sê benvinda à nossa terra  (L e M: D Magalhães | Harm Altino M Cardoso)
Sê benvinda à nossa terra, quem nos dera dar-te prendas de valor!
Nada temos ante o céu – ele é teu… – mas damos-te o nosso amor.
Avé Maria Avé Maria Avé Maria  Avé Maria.
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Galarispo – Ó ai, ó linda (Popular – adapt de “Ó oliveira da Serra”: AMC)
Nos tempos do Zé da Quinta uma galinha pôs ovo
ó ai, ó linda! e um pinto com muita pinta,
ó ai, ó linda! alvoroçou todo o povo!

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