UMA FAMÍLIA GRANDE E PRÓXIMA – como é a do autor das obras expostas neste website – tem sempre ocasiões de convívio, sobretudo se dela fazem parte oito netos (4×4) entre os 10 e os 23 anos.
E um encontro de amigos sem música não existe para nós, quer quando convivemos na nossa zona (Sintra-Cascais-Lisboa), quer outros, da área de Coimbra, do Porto, Viana, Montechoro, o nosso Douro…
Nos convívios da Família, juntamo-nos em redor do piano do Paulo para cantar e tocar as músicas propostas pelo avô, filhas e netos. O avô canta e toca violino ou viola, a Rafaela (tia Becas) toca flauta transversal, as crianças (que têm aulas de piano no Colégio) cantam com a restante Família.
O Paulo fez o 8º ano de piano no Conservatório do Porto, a tia Becas fez o 6º ano de flauta transversa no Conservatório de Sintra e o Avô (AMC) tocou violino na Tuna Académica de Coimbra e tem vários livros de canções publicados, com destaque para o GRANDE CANCIONEIRO DO ALTO DOURO (recolha de 1150 cantigas tradicionais em 3 volumes, num total de 1920 pgs.) e, ainda o livro 400 CANÇÕES PRÓPRIAS REUNIDAS, com 532 ps., que reúnem as pautas da produção musical (400 melodias e as letras) quase de uma vida inteira.
Estas MÚSICAS DE CONVÍVIO situam-se sobretudo no livro CANTARES EM FAMÍLIA, editado em 2020, tempos de COVID_19.
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EXEMPLOS
AVÔ TINO – 48 OUTRA VEZ
8 de Dezembro de 2025 | 48 = 84 SUNOhttps://suno.com/song/8376f07f-3f2c-4b89-97bc-d581dc655c6c
“Avô Tino, 48 Outra Vez”
🌿 1ª Estrofe
Hoje a casa canta alto, há festa no coração,
O avô Tino faz 84, mas jura que são 48, então.
Um dos pilares da família, raiz forte a segurar,
Com a vida feita de música, sempre pronto a ensinar.
De Coimbra vem a saudade, do Douro a luz do verão,
Nos seus olhos vive a história de quem guiou gerações.
Entre conversas e sorrisos, cada conselho é lição,
E os netos aprendem cedo o valor da turrinha e do coração.
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🎻 Pré-Refrão
Do violino à bândola, nos bailes ele reinava,
De Loureiro à Régua, até ao Japão, a alma ecoava.
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⭐ REFRÃO
Avô Tino, hoje canto por ti,
Pela vida que viveste e a que ainda está por vir.
Sempre disponível, sempre a ajudar,
Se é boleia ou estacionamento, és tu quem vai ensinar.
No teu site deixas obra, memória e devoção,
Que chegue ao milhão — promessa do nosso coração.
Obrigado por tudo, pelo amor e proteção,
Avô Tino, para sempre viverás na nossa canção.
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🎶 2ª Estrofe
Das histórias que contas sempre com brilho na expressão,
Às apitadelas que nos fazem rir, já marca da tradição.
Nos restaurantes és maestro, com jeito firme e honesto,
Com o teu famoso “menino, não mexe!”, a pôr ordem no resto.
Entre memórias repetidas que nunca cansam de ouvir,
E conselhos dados no tempo certo, sempre prontos a surgir,
Mostras que cuidar da família é a tua melhor canção,
E cada gesto teu nos guia como bússola em ação.
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🎻 Pré-Refrão
Nos bailes eras tu o tom, eras alma, movimento,
Quem te ouvia percebia que tocavas sentimentos.
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⭐ REFRÃO
Avô Tino, hoje canto por ti,
Pela vida que viveste e a que ainda está por vir.
Sempre disponível, sempre a ajudar,
Se é boleia ou estacionamento, és tu quem vai ensinar.
No teu site deixas obra, memória e devoção,
Que chegue ao milhão — promessa do nosso coração.
Obrigado por tudo, pelo amor e proteção,
Avô Tino, para sempre viverás na nossa canção.
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🌟 Ponte (Bridge)
E quando o tempo passar, e forem outros a cantar,
A tua música fica, não se deixa apagar.
És raíz, és caminho, és paixão e invenção,
És 48 para sempre — no ritmo da emoção.
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⭐ REFRÃO FINAL (com subida emocional)
Avô Tino, hoje canto por ti,
Pelo homem que inspira o que ainda quero ser aqui.
Sempre presente, sempre a abraçar,
O teu legado vive em nós e vai continuar.
No teu site deixas história, orgulho e criação,
Que chegue ao milhão — eco da nossa gratidão.
Obrigado avô por tudo, por cada gesto e canção,
Para sempre — para sempre — morarás no nosso coração.
Tempo das flores (These where the days…) Letra port e harmonia: Altino M Cardoso [CF 134]
TEMPO DAS FLORES
(Those were the days )
Quando somos jovens
temos rosas
a dar sons e cores
à nossa vida;
Mas, quando passam
as horas ditosas,
Só resta uma saudade dolorida…
Bendito seja o tempo
dos amores em flor,
Quando a Esperança
é sempre renascida!
E a Terra inteira em flor
Tem rituais de cor
Que vão tornar
a ceifa apetecida!…
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Edelweiss (do Filme MÚSICA NO CORAÇÃO) – Letra port e harm de AMC [CF 125]
EDELWEISS
[Música no coração]
Edelweiss, edelweiss,
Vens dizer-me “Bom dia!“
Flor da terra e do céu,
Sol da minha alegria…
Ó florinha de paz e amor
No peito escondida:
Edelweiss, edelweiss,
Vives na minha vida!
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Eu e o mar (Padam… padam…) Harm AMC [CF 126]
EU E O MAR [Padam… padam…]
Às vezes pertinho do mar
Medito na sua canção
E fico sozinho a sonhar
Ouvindo-o no meu coração…
E as horas assim vão passando,
Sem que eu bem as sinta passar…
… Acordo por vezes julgando
Que dentro de mim anda o mar,
Esse mar
Sempre a cantar!
Soluça além o mar
A canção que em menino cantei,
E as ondas, a rolar,
Lembram sonhos
que um dia sonhei…
Barquinho, a navegar,
Rumo à praia sob o azul do céu…
… São lembranças
e esperanças de amor,
Que o mar – traidor…
Não compreendeu!
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Conquista do Paraíso (Vangelis) Letra port e harm AMC [CF 120]
CONQUISTA DO PARAÍSO
O Homem não está sozinho:
Segue uma Luz ao nascer,
Tem na Família no seu ninho
E as asas para crescer.
Bebe no Lar o calor,
A Fé é impulso e perfume,
Que grava as marcas do Lume,
Do Ideal, da Paz e do Amor…
REFRÃO:
Abre o coração
E estende a mão
Rumo às estrelas!
Vai! Esta é a Hora
De ir pelo Céu fora
Viver com elas!
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Anda o mar… (Tradic – harm AMC) [CF 114]
ANDA O MAR
Anda o mar
junto da areia
pra lhe contar
certa epopeia…
E a onda,
espuma de linho,
quebra, a rezar,
reza baixinho…
E o arrais,
olhando o mar,
parece ler
no marulhar…
Amigos,
como ninguém,
vivem unidos,
querem-se bem…
Tem cautela, pescador,
Com a onda que te enleia!
Olha que o mar,
No seu cantar,
Tem a traição da sereia!
Rema, rema, pescador,
Ganha o pão de teus filhinhos,
Olha que o mar,
No seu cantar,
Também mostra ter carinhos!…
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Canção da rosa (trad port e harm AMC) [CF116]
CANÇÃO DA ROSA
1. Dizem que o Amor
é como um rio,
Que beija
sempre a fugir…
Dizem que o Amor
é um punhal
Que mata,
sem se sentir…
Dizem que o Amor
é uma fome
E o Pão
nunca há-de vir…
Mas eu bem sei
que o Amor
Mesmo na neve
nasce em flor!
2. Na solidão
das minhas horas
Eu penso em ti,
em nós,
E o Amor traz-me
o teu sorriso
E a paz de um rio
na foz…
E o meu sonho,
triste e doce,
Traz o eco
da tua voz
E o infinito carinho
Que eu canto, assim,
sozinho…
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Canção do Adeus (harm AMC) [CF 117]
CANÇÃO DO ADEUS
Chegou a hora do adeus,
Irmãos,
vamos partir,
No abraço, dado em Deus,
irmãos,
Vamo-nos despedir.
Partimos com a esperança,
irmãos,
De um dia voltar!
Com fé e confiança,
irmãos,
Partimos a cantar!…
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Asas do sonho (Rut sin die ruse) Trad e harm AMC [CF 104]
ASAS DO SONHO [Rut sin die ruse]
1.Hoje tem sol o nosso dia
Com um sabor a rosas
e a esperança;
E do céu à terra chovem sons
de paz e de harmonia
E o sonho tudo anseia
e tudo alcança… (bis)
Refrão:
Vem! Vem! Vem!
Vamos sonhar
Sem termos horas nem idade!
Pois há urgência em libertar,
Fazer voar… voar…
As asas da Felicidade!
2.Quando a idade esmorecer
Na escuridão que apaga horas ditosas,
Vem na mesma ao meu ombro
E ao abraço que te quer,
Pois há sempre as estrelas e as rosas.
Greensleeves DOCE FLORINHA (Música: Henrique VIII – Trad port e harmonização: Altino M Cardoso)
DOCE FLORINHA [Greensleeves]
Eu sou aquele que esqueceste,
Doce florinha do verde ramo;
Por tudo quanto me deste
Nem sei dizer-te o quanto te amo!
Que saudades de ti,
Do teu sorriso, do teu carinho!
Sofro muito por ti
Na minha angústia
De estar tão sozinho…
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Parte, parte, ó pescador (Tradicional | Arranjo: AMC)
PARTE, PARTE, Ó PESCADOR
Parte, parte, ó pescador
Vai à pesca da sardinha
Louvado seja o Senhor,
Que guia a tua barquinha!
As ondas do mar são brancas
No meio são amarelas
Coitadinho de quem nasce
P’ra morrer no meio delas!
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O rouxinol (Trad Arranjo: AMC)
O ROUXINOL
O rouxinol
Adormeceu,
Caíu ao rio
Onde morreu…
Ó rouxinol,
Que é da tua serenata?
Deixa as águas cor de prata,
Voa ao Céu!…
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O Floreiro (Da ópera “La Spagnola | “Trad e harmonização: Altino M Cardoso)
O FLOREIRO
Por toda a parte benquisto,
com seus pezinhos de lã,
vai o pequeno Evaristo
vender as flores da manhã.
«Rosas! Violetas! Jasmim!»
vou ofertando a quem passa…
Se compram, que bom p’ra mim
pois não as levam de graça…
Ah!
«Flores Flores!
De uma alegria louçã!
Fresquinhas! Cheias de cores!
Colhidas pela manhã!
Flores Flores!
De uma alegria louçã!
Fresquinhas! Cheias de cores!
Oh! lá! lá!
Olhem-nas!
Olhem bem, só!»
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Blow in the wind (QUANDO SERÁ?) – (Bob Dylan – Trad e harm AMC)
BLOW IN THE WIND (QUANDO SERÁ?)
1. Quando será que as Crianças conquistem
A Fé, a Esperança e o Futuro?
Quando será que a Justiça compense
O suor tão injusto e tão duro?
Quando será que a Alegria na terra
Floresça da cinza e da guerra?
REFRÃO
A brisa da tarde
Propõe rumos novos
À angústia que arde
Nos povos. (bis)
2. Quando virá, meu amigo, o momento
De a Felicidade chegar?
Quando virá, meu amigo, o Ideal
Maus rumos do Mundo mudar?
Quando virá, meu amigo, o Amor
Fazer esquecer tanta Dor?
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