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OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: 
Apresentam-se apenas flashes com imagens e resumos 
- não dispensa a consulta dos originais na Comunicação Social.

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Assunto a clarificar urgentemente
Ver tudo em:
https://amadora-sintra-editora.pt/produto/2022-alto-douro-patrimonio-musical-gcad/
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TUNAS DE SOUTELO, BISALHÃES, CAMPEÃ, CARVALHAIS E ANSIÃES

Tunas rurais do Marão e Alvão querem pertencer ao Património Cultural Imaterial

Lusa em Qui, 17/02/2022 – 10:34

Os municípios de Vila Real, Santa Marta de Penaguião e Amarante querem inscrever as cinco tunas rurais do Marão e do Alvão no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, numa iniciativa conjunta com a Associação Arquivo de Memórias.

A Câmara de Vila Real referiu hoje, em comunicado, que foi assinada uma carta de compromissos entre todos os intervenientes que visa a preservação deste património cultural imaterial e a inscrição das tunas de Soutelo, Bisalhães, Campeã, Carvalhais e Ansiães no inventário nacional.

Estas tunas são agrupamentos musicais de origem popular e algumas são já muito antigas, mas correm risco de extinção devido ao despovoamento das aldeias e ao desinteresse dos mais jovens.

“Este documento vincula o interesse e vontade das câmaras de Vila Real, Santa Marta de Penaguião e Amarante, juntamente com as tunas rurais de Soutelo, Bisalhães, Campeã, Carvalhais e Ansiães, bem como da Associação Arquivo de Memórias, de contribuírem para a preservação deste valioso património”, salientou o comunicado.

O processo vai ser acompanhado pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN).

Para manter o dinamismo das tunas, tem sido realizado “O Toque” – Encontro de Tunas Rurais do Marão e do Alvão, um projeto conjunto da Associação Arquivo de Memórias, das autarquias e das tunas envolvidas.

“Com esta iniciativa, pretende-se sensibilizar para a riqueza patrimonial deste género de tunas e para a importância de dinamização das que ainda estão ativas, bem como para a reanimação daquelas que já cessaram atividade ou para apoiar a criação de novas”, foi ainda sublinhado.

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OBSERVAÇÃO NOSSA:

As Tunas apresentam repertórios muito menores e menos valiosos histórica e culturalmente do que as antiquíssimas cantigas dos campos e das vindimas do Douro Vinhateiro – que dão continuidade à lírica popular medieval do galego-português de Santiago e da criação do País. (ver, neste site, vários exemplos, anotados)

Seria um erro grosseiro a vários níveis que a parte instrumental que representam não fosse acoplada às restantes manifestações poético-musicais da Região.

As ofertas de trabalho nas vinhas do Alto Douro atraíam e concentravam todas as manifestações de arte das serras circundantes, além de numerosas vagas de Galegos. Nos contextos actuais não há diferença de esforço entre as tunas e tocatas dos Ranchos Folclóricos Durienses de hoje e as Tunas do Marão, ou das outras cercanias serranas (Montemuro, Castro Daire…).

Não é possível estabelecer uma certidão de nascimento para quaisquer dessas músicas (de Tunas e de outras): mas documentam-se, sim, as ligações de conteúdo e forma literária de muitas cantigas tradicionais às raízes galego-portuguesas do início da Nacionalidade, ainda hoje estudadas nas Escolas.

Nas canções tradicionais encontramos a continuidade histórico-cutural desde o galego-português (cantigas de amigo, amor e maldizer), o trabalho e as estações do ano, os provérbios, a vida doméstica e social, a religião (a oficial católica e a popular), os rimances (alguns ligados a Carlos Magno – séc IX !), os lazeres dos bailes e das festas e romarias, os serões… e, até, os maldizeres…

Património Imaterial do Douro nunca poderá deixar de integrar, com as Tunas, as Narrativas, os Rimances, as Chulas, as Desgarradas, as Cantigas da Vinha, os Cantares religiosos… etc. etc.

(Ver no GRANDE CANCIONEIRO DO ALTO DOURO, publicado em 2006, 2007 e 2009 – 3 volumes, 1.150 músicas, 1.920pgs.)

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N o t í c i a s
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  1. A Comunidade de Trabalho Norte de Portugal – Castilla y León publicou no seu website, para consulta pública disponível até 4 de julho, o documento “Plano Estratégico de Cooperação 2021-2027
2. A CCDR-NORTE e a Comissão Arco Atlântico organizam em conjunto, no dia 28 de junho, o evento “Marine Pollution in the Atlantic Ocean: the role of interregional cooperation and EU leverages”.
Este side event integrado na Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, organizada pela ONU com o apoio dos governos de Portugal e do Quénia, realiza-se no Tivoli Oriente Hotel, em Lisboa.
A sessão vai decorrer entre as 13:15h e as 14:45h e conta com a intervenção do Presidente da CCDR-NORTE, António Cunha.
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Apresentação do Catálogo CÔADOURO, em 30-06-2022, no Armazém Nicolau de Almeida, pelas 18:00h, na Rua Rei Ramiro, 262,  em VILA NOVA DE GAIA.

No âmbito da PhotoEspaña 2022

 

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Sabrosa
– PROGRAMA DE APOIO À NATALIDADE
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MUSEU DE LAMEGO:
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Entre as instituições promotoras estão

  • os Municípios de Amarante, Baião, Esposende, Porto, Póvoa de Varzim, Peso da Régua e Vila do Conde,
  • a Direção Regional de Cultura do Norte,
  • as Universidades do Porto, do Minho e de Trás-os-Montes e Alto Douro,
  • a Entidade Regional de Turismo do Porto e do Norte,
  • a Fundação de Serralves
  • e a Associação de Turismo do Porto e Norte de Portugal,
  • contando com o apoio institucional da CCDR-NORTE.
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RÉGUA

Cidade Europeia do Vinho 2023

Trata-se de “um grande e merecido prémio para a região [do Douro]”,
segundo José Manuel Gonçalves, o autarca de Peso da Régua.
Fotografia: Bruno Ferreira no Unsplash.

“É um grande prémio para a região, muito merecido e que vai ajudar o trabalho da Comunidade Intermunicipal (CIM do Douro), que é cada vez mais baseado na preocupação com o nosso desenvolvimento económico e com a sustentabilidade de todo o território”, disse José Manuel Gonçalves, o autarca de Peso da Régua, em declarações à agência “Lusa”. Acrescentou que “vai haver agora um período de preparação, de consolidação de projetos, e em 2023 é que vai ser o ano pleno da candidatura”.

No âmbito da Cidade Europeia do Vinho 2023, a região demarcada do Douro será “uma referência europeia no vinho, na vinha, na cultura e na celebração harmoniosa da natureza e obra secular realizada por gerações de durienses”, segundo os promotores da conquista, que juntou os municípios integrados na associação da região vitivinícola demarcada e regulamentada mais antiga do mundo a todas as 19 autarquias que constituem a CIM.

Alijó, Armamar, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Murça, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa e Vila Real são os concelhos que compõem o grupo.

Na defesa da candidatura, José Manuel Gonçalves partilhou, inclusive, esta inquietude, descrevendo-a como “um dos maiores desafios coletivos que o Douro já assumiu em toda a sua história, materializando o desejo e o pulsar de toda uma região”.

Já depois da vitória, disse acalentar o “desejo legítimo de que o Douro, um grande contribuinte das exportações nacionais, faça do vinho e da vinha uma alavanca concreta e real para o desenvolvimento da sua economia e riqueza de quem aqui vive e trabalha”.

Em 2021, as vendas de vinhos do Porto e Douro atingiram “valores recorde” de 600 milhões de euros. Destes, 403 milhões de euros foram conseguidos com exportações.

Além do Douro, foram apresentadas a Cidade Europeia do Vinho as candidaturas “Algarve Golden Terroir”, que junta os municípios de Lagoa, Albufeira, Lagos e Silves, e uma outra do Vale do Lima, que une os concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo.

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ALMOÇO DE CAÇA

dos AMIGOS DO MUSEU DO DOURO (9-6-2022)

 

 

 

 

 

 

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A CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO (Lisboa)

reiniciou o seu jornal:

NOTÍCIAS de Trás-os-Montes e Alto Douro

 

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